terça-feira, 21 de setembro de 2010
Am Vintage ´57 Precision Bass
Corpo em alder; braço em maple "C" shape c/ acabamento em nitrocelulose; escala em maple c/ 20 trastes vintage; tarraxas vintage reverse; 1 pickup split coil (P) vintage; escudo de alumínio anodizado; controles V/T; ponte vintage; c/case Deluxe (tweed).
domingo, 19 de setembro de 2010
Escalas: Como montar modo maior ( Jônico)
As escalas se dividem em Modos( Maior, Menor Natural, Pentatônica¸ Mixolídio, Pentablues etc...). O que determina o modo da escala é a disposição e intervalo existente entre as notas.
É necessário conhecer as escalas pois toda a formação harmônica (Acordes) assim como os Campos Harmônicos, são formados a partir da estrutura dos Modos.
Começaremos pelo modo maior, pois além de gerar a estrutura mais utilizada em nossa cultura musical, ele pode ser a base para muitos outros Modos fazendo apenas pequenas alterações.
No Modo Maior (Escala Diatônica ou Modo Jônico) existem apenas dois tipos de intervalos.
Tom e Semi-tom. Para estabelecermos um Modo, é necessário respeitar algumas regras que podem facilitar a sua estruturação.
1°- Começar e terminar o Modo pela Tônica (nota principal, que dá nome a escala)
2°- Numerar cada nota para se estabelecer os intervalos
3° - Conferir e, se for necessário, alterar (através dos acidentes) os intervalos, para que se ajustem ao padrão estabelecido pelo Modo.
Para termos uma escala ou Modo Maior, são necessários os seguintes intervalos, independente da Tônica.
I II III IV V VI VII VIII
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
Perceba que entre o III e IV e o VII e VIII, existe um Semi-Tom e em todos os outros há um intervalo de Tom.
Você já percebeu que a escala maior de DO não tem acidentes. Veja por que:
I II III IV V VI VII VIII
DO RE MI FA SOL LA SI DO
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
E porque na escala maior de RE, o FA e o DO são sustenidos? Veja por que.
I II III IV V VI VII VIII
RE MI FA SOL LA SI DO RE
Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom Tom
Os intervalos não correspondem com o padrão do Modo Maior
Para que os intervalos se ajustem conforme o Modo Maior é preciso que usemos o recurso dos acidentes, neste caso o sustenido.
I II III IV V VI VII VIII
RE MI FA# SOL LA SI DO# RE
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
É necessário conhecer as escalas pois toda a formação harmônica (Acordes) assim como os Campos Harmônicos, são formados a partir da estrutura dos Modos.
Começaremos pelo modo maior, pois além de gerar a estrutura mais utilizada em nossa cultura musical, ele pode ser a base para muitos outros Modos fazendo apenas pequenas alterações.
No Modo Maior (Escala Diatônica ou Modo Jônico) existem apenas dois tipos de intervalos.
Tom e Semi-tom. Para estabelecermos um Modo, é necessário respeitar algumas regras que podem facilitar a sua estruturação.
1°- Começar e terminar o Modo pela Tônica (nota principal, que dá nome a escala)
2°- Numerar cada nota para se estabelecer os intervalos
3° - Conferir e, se for necessário, alterar (através dos acidentes) os intervalos, para que se ajustem ao padrão estabelecido pelo Modo.
Para termos uma escala ou Modo Maior, são necessários os seguintes intervalos, independente da Tônica.
I II III IV V VI VII VIII
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
Perceba que entre o III e IV e o VII e VIII, existe um Semi-Tom e em todos os outros há um intervalo de Tom.
Você já percebeu que a escala maior de DO não tem acidentes. Veja por que:
I II III IV V VI VII VIII
DO RE MI FA SOL LA SI DO
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
E porque na escala maior de RE, o FA e o DO são sustenidos? Veja por que.
I II III IV V VI VII VIII
RE MI FA SOL LA SI DO RE
Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom Tom
Os intervalos não correspondem com o padrão do Modo Maior
Para que os intervalos se ajustem conforme o Modo Maior é preciso que usemos o recurso dos acidentes, neste caso o sustenido.
I II III IV V VI VII VIII
RE MI FA# SOL LA SI DO# RE
Tom Tom S.Tom Tom Tom Tom S.Tom
Marcadores:
Escalas: Como montar modo maior ( Jônico)
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Gê Cortes
Onde nasceu: Juiz de Fora-MGOnde mora atualmente: São Paulo-SPRitmos de que mais gosta: MPB, Jazz, funk (tradicional), rock e ritmos brasileiros como o maracatuÍdolo: Jaco PastoriusPrimeira vez que tocou profissionalmente: Em um barzinho em São Paulo com uma escola de música, em 1980Como entrou para a banda Altas Horas: A banda já havia sido montada com outra baixista. Porém quando os ensaios começaram, ela não se entrosou com o estilo da banda. Então, a chamaram para fazer o piloto, e a Gê se manteve.
domingo, 21 de março de 2010
Baixos Alembic
Durante os anos 70, a Alembic estabeleceu-se como um dos principais fabricantes de baixos elétricos. Essa empresa foi uma das primeiras a introduzir pré-amplificadores e eletrônica "ativa" em seus instrumentos.São instrumentos de alto valor monetário em virtude dos mesmos serem fabricados artesanalmente, obedecendo as especificações técnicas mais rigorosas, além de serem usados, em sua fabricação, os melhores materiais e componentes disponíveis.
Além da introdução dos circuitos ativos, a Alembic revolucionou também com relação aos componentes, como led luminosos em forma de diodos embutidos lateralmente no braço dos instrumentos.
RICKENBAKER 4001S 1964
O BAIXO DESTA FOTO PERTENCE A PAUL MCCARTNEY (CONSTRUÍDO PARA CANHOTOS). FOI DADO A ELE DURANTE A EXCURSÃO DOS BEATLES PELA AMÉRICA NO MEIO DOS ANOS 60. PAUL O USOU EM DIVERSAS GRAVAÇÕES, NÃO APENAS COM OS BEATLES, COMO TAMBÉM NO GRUPO WINGS. ESTE MODELO É UMA VERSÃO AMERICANA DO ORIGINAL. (THE BASS BOOK)
Baixos Rickenbaker
A Rickenbaker se destaca como sendo quase tão importante quanto a Fender no desenvolvimento do contrabaixo elétrico. Seu primeiro baixo, o 4000, foi lançado no final dos anos 50. Alguns anos mais tarde, juntaram-se a ele os modelos 4001, 4002 e 4003. Estes novos modelos possuíam, além das características do modelo 4000, saídas em estéreo (uma verdadeira revolução na época!!). Quer ouvir sua poderosa sonoridade? Ouça os primeiros discos da Banda Yes (Yes Album, Fragile e Close to the Edge) e você irá saber o porque do assombro do mundo contrabaixístico quando os lendários Rickenbaker iniciaram sua trajetória dentro da música...
Baixos Gibson
A resposta da Gibson ao Fender Precision apareceu em 1953. Foi chamado EB-1, mas a cópia que a Hofner fez dele, - o modelo usado por Paul McCartney no começo dos Beatles - tornou-se conhecido como "baixo violino". Em 1958, a Gibson lançou o EB-2, versão e contrabaixo da guitarra ES-335.Em 1960 surgiram os modelos de baixos EB-0 e EB-3, com o novo corpo. Em formato SG (solid guitar) com recorte duplo, em forma de chifre. O EB-0 tinha um captador humbucking; o EB-3, dois deles. Quando, em 1963, a Gibson lançou suas Firebird, apareceu o baixo equivalente, o Thunderbird.
EB-1 - O famoso corpo em forma de violino era feito de mogno sólido. Na verdade, o corpo não é oco; os orifícios "F" são falsos, simplesmente pintados sobre o tampo.
Fender Jazz Bass
O jazz bass foi lançado em 1960, como alternativa de dois captadores para o Precision. O instrumento ilustrado é um dos primeiros modelos desse tipo; os marcadores de posição são ainda circulares (mais tarde viriam a ser substituídos por retângulos).O Jazz Bass tem o mesmo comprimento da escala que o Precision, mas o braço é mais estreito na pestana. Muitos baixistas julgam que isso melhora um pouco a tocabilidade do instrumento.
Fender Bass VI
Este é um baixo de 6 cordas, afinado uma oitava abaixo da guitarra. Introduzido em 1962, tinha três captadores de bobina simples e alavanca de trêmolo. A forma do corpo e a disposição dos controles eram semelhantes às da guitarra Fender Jaguar. No entanto, o Bass VI nunca foi muito popular. A Fender deixou de produzi-lo no início dos anos 70.
Assinar:
Postagens (Atom)


