domingo, 21 de março de 2010

Baixos Alembic

Durante os anos 70, a Alembic estabeleceu-se como um dos principais fabricantes de baixos elétricos. Essa empresa foi uma das primeiras a introduzir pré-amplificadores e eletrônica "ativa" em seus instrumentos.
São instrumentos de alto valor monetário em virtude dos mesmos serem fabricados artesanalmente, obedecendo as especificações técnicas mais rigorosas, além de serem usados, em sua fabricação, os melhores materiais e componentes disponíveis.
Além da introdução dos circuitos ativos, a Alembic revolucionou também com relação aos componentes, como led luminosos em forma de diodos embutidos lateralmente no braço dos instrumentos.

RICKENBAKER 4001S 1964



O BAIXO DESTA FOTO PERTENCE A PAUL MCCARTNEY (CONSTRUÍDO PARA CANHOTOS). FOI DADO A ELE DURANTE A EXCURSÃO DOS BEATLES PELA AMÉRICA NO MEIO DOS ANOS 60. PAUL O USOU EM DIVERSAS GRAVAÇÕES, NÃO APENAS COM OS BEATLES, COMO TAMBÉM NO GRUPO WINGS. ESTE MODELO É UMA VERSÃO AMERICANA DO ORIGINAL. (THE BASS BOOK)
Baixos Rickenbaker
A Rickenbaker se destaca como sendo quase tão importante quanto a Fender no desenvolvimento do contrabaixo elétrico. Seu primeiro baixo, o 4000, foi lançado no final dos anos 50. Alguns anos mais tarde, juntaram-se a ele os modelos 4001, 4002 e 4003. Estes novos modelos possuíam, além das características do modelo 4000, saídas em estéreo (uma verdadeira revolução na época!!). Quer ouvir sua poderosa sonoridade? Ouça os primeiros discos da Banda Yes (Yes Album, Fragile e Close to the Edge) e você irá saber o porque do assombro do mundo contrabaixístico quando os lendários Rickenbaker iniciaram sua trajetória dentro da música...

Baixos Gibson

A resposta da Gibson ao Fender Precision apareceu em 1953. Foi chamado EB-1, mas a cópia que a Hofner fez dele, - o modelo usado por Paul McCartney no começo dos Beatles - tornou-se conhecido como "baixo violino". Em 1958, a Gibson lançou o EB-2, versão e contrabaixo da guitarra ES-335.
Em 1960 surgiram os modelos de baixos EB-0 e EB-3, com o novo corpo. Em formato SG (solid guitar) com recorte duplo, em forma de chifre. O EB-0 tinha um captador humbucking; o EB-3, dois deles. Quando, em 1963, a Gibson lançou suas Firebird, apareceu o baixo equivalente, o Thunderbird.
EB-1 - O famoso corpo em forma de violino era feito de mogno sólido. Na verdade, o corpo não é oco; os orifícios "F" são falsos, simplesmente pintados sobre o tampo.

Fender Jazz Bass

O jazz bass foi lançado em 1960, como alternativa de dois captadores para o Precision. O instrumento ilustrado é um dos primeiros modelos desse tipo; os marcadores de posição são ainda circulares (mais tarde viriam a ser substituídos por retângulos).
O Jazz Bass tem o mesmo comprimento da escala que o Precision, mas o braço é mais estreito na pestana. Muitos baixistas julgam que isso melhora um pouco a tocabilidade do instrumento.  
Fender Bass VI
Este é um baixo de 6 cordas, afinado uma oitava abaixo da guitarra. Introduzido em 1962, tinha três captadores de bobina simples e alavanca de trêmolo. A forma do corpo e a disposição dos controles eram semelhantes às da guitarra Fender Jaguar. No entanto, o Bass VI nunca foi muito popular. A Fender deixou de produzi-lo no início dos anos 70.

EPIPHONE RIVOLI 60


A COMPANHIA EPIPHONE, SITUADA EM NOVA YORK, ERA UMA SUBSIDIÁRIA DA GIBSON INGLESA. ESTE MODELO FOI CONSTRUIDO EM 1959, VIRTUALMENTE IDÊNTICO AO MODELO GIBSON EB-2. ACÚSTICO, DE GRANDE SONORIDADE, TEVE SEUS SISTEMAS HUMBUCKING DE CAPTAÇÃO SUBSTITUÍDOS POR MODELOS SINGLE-COILS EM 1970. (THE BASS BOOK)
Precision Bass
Durante os primeiros anos de produção, o desenho do Precision era muito parecido com o design das guitarras Telecaster, como nos modelos construídos em 1953. Em 1954, o corpo foi redesenhado para se parecer mais com a Stratocaster. Desde então, a forma não foi mais mudada. No entanto, em 1968, a Fender lançou o baixo Telecaster, uma réplica quase exata do Precision Bass antes de 1954. As fotos deste instrumento, infelizmente, são muito raras.

FENDER PRECISION 63


ESTE MODELO INTRODUZ O PAU ROSA NA ESCALA.
A PARTIR DESTA DATA, LEO INICIA A PRODUÇÃO DE
BAIXO COM DIFERENTES CORES, QUE ERAM BASEADAS NOS AUTOMÓVEIS FABRICADOS PELA DUPONT. ESTE INSTRUMENTO FOI CONSTRUÍDO EM "PLACID BLUE", COR TÍPICA DO INÍCIO DOS ANOS 60. (THE BASS BOOK)
O primeiro a aparecer com a idéia de um contrabaixo elétrico foi o inventor Clarence Leo Fender. Consciente do problema que os contrabaixistas enfrentavam, Fender começou, em 1950, a trabalhar num protótipo de um contrabaixo elétrico. Ele acreditava que, tornando o contrabaixo um instrumento tocado como a guitarra, ou seja, sustentado por uma correia pendurada, poderia haver uma enorme facilidade não apenas em nível ergonômico, como também com relação ao transporte do mesmo.
O primeiro baixo maciço de Leo Fender - o Fender Precision - entrou em produção em 1951. Em apenas dois anos o instrumento havia se transformado num grande sucesso. O nome "Precision" havia sido escolhido porque o contrabaixo possuía trastes na escala - ao contrário do grande instrumento acústico -, permitindo que as notas fossem obtidas com "precisão". Os primeiros Precision tinham um captador simples e controles de volume e timbre. A partir de 1956, o captador foi dividido em duas metades desalinhadas (single coil), tendo como finalidade minimizar a perda de sinal das cordas, bem como evitar, conforme a região que o contrabaixista executava as notas, que o "ataque" em excesso prejudicasse a sonoridade final do instrumento.

FENDER PRECISION 57


FENDER PRECISION 57: AS MODIFICAÇÕES INTRODUZIDAS NESTE MODELO SÃO SIGNIFICATIVAS. A CAPTAÇÃO FOI MODIFICADA COM A INTRODUÇÃO DE 2 MODELOS SINGLE-COIL (SUBSTITUINDO OS HUMBUCKING DO MODELO ANTERIOR.
O PICKGUARD SOFREU ALTERAÇÕES COM A RETIRADA DO ESCUDO DE ABAFAMENTO. CORPO E BRAÇO CONSTRUÍDO EM MAPLE. (THE BASS BOOK)
No final dos anos 40, a amplificação já desempenhava um papel dominante na música popular americana. Amplificadores, PAS, captadores e a guitarra Fender Telecaster eram os elementos principais de uma tendência rumo à música em um volume mais alto.
Alguns contrabaixistas - limitados a enormes baixos acústicos - instalaram captadores, usando amplificadores adaptados para esse fim. Outros seguiam o exemplo de Les Paul, ou seja, tocando seqüências de baixos nos bordões das guitarras elétricas.

sábado, 20 de março de 2010

As Mulheres e o Contrabaixo

 Suzi Quatro influenciou muita gente nos anos 80, montou sua primeira banda com 14 anos e depois de ter trocado de instrumento diversas vezes e escolhido o baixo como preferido, Suzi chegou na Inglaterra em 71, com seu baixo e uma pequena mala de roupas. Após ter passado dois anos solitários, os quais se dedicou muito à composição, a cantora começou chamar a atenção em pequenas apresentações que fazia em bares, vez ou outra. O visual, que compunha sempre vestindo roupas de couro, junto de sua voz selvagem e estridente a ajudou bastante para destacar sua figura rebelde e despertar a atenção de gravadoras que buscavam novidades musicais para seus catálogos. 

O primeiro álbum colocou Suzi nos primeiros lugares das paradas australianas, japonesas e européias. A compositora iniciou uma maratona de viagens para divulgar o trabalho e isso fez com que ela ficasse cada vez mais conhecida. Vale ressaltar um fato curioso desta época: em 1974, quando ela chegou na Austrália para um show,o famoso e violento grupo de motoqueiros Hell Angels (acusado inclusive de cometer assassinatos) eram fãs da música da baixista, tanto que fizeram questão de escoltá-la do aeroporto até o hotel que estava hospedada, em Melbourne. Ela era a sensação daqueles tempos.



A sucessão de hits, como ’48 Crash’, ‘Daytona Demon’ e o “hino” ‘Devil Gate Drive’, a levaram a uma antológica participação no programa inglês de TV Top of the Pops, onde todos se espantaram com aquela mulher vestida em couro preto, liderando três cabeludos que tocavam atrás dela. Sua voz ali, dizem fãs e saudosistas, parecia estar a milhares de decibéis acima do normal. 



L7 foi uma banda meio grunge da decada de 90 que ja fazia barulho e chamava a atenção por ser formado somente por garotas. Fizeram uma apresentação memorável em 1993 no Holywood Rock com direito a exibições de nadegas no final do show.







Qual garota não pirava em ver a D'arcy Wretzky no comando das 4 cordas do rock alternativo renomado doSmashing Pumpkings, que posteriormente foi substituída pela Melissa Auf der Maur, essa que também participou de várias bandas inclusive do Hole (grupo da Courtney Love) e agora continua sua carreira como artista solo. 



Mais tarde no New Metal uma banda que fez um certo barulho na decada de 90 foi o Coal Chamber que tinha como  baixistaRayna Foss que mais tarde se casou com Morgan Rose, baterista do grupo Sevendust e infelizmente deixou o baixo e a carreira musical dando lugar para a alemã Nadja Peulen.
Ainda no new metal o grupo canadense Kittie foi uma banda que marcou muito o estilo por ter somente mulheres.. sim era um novo inicio da febre das garotas no rock and roll e nesse caso no new metal e cantando gutural gritado e lógico a baixista do Kittie, que diga-se de passagem sempre foi a mais bonita da banda, chamava atenção...  Talena com seu cabelao preto e visual mais sombrio fez a cabeça dos fãs...hoje Talena nao faz mais parte do Kittie, mas está tocando com a guitarrista Fallon Bowman (tambem ex-kittie) numa banda que se chama Amphibious Assault. Hoje quem está a cargo dos baixos da banda é a Sul KorenaTrish Doan.




No brasil os maiores nomes femininos no instrumento é a baixista Gê Cortês que faz parte da banda do programa Altas Horas (Serginho Groisman) na TV Rede Globo diz que gostaria de tocar com o Djavan, Lenine, Gilberto Gil, Rosa Passos, João Bosco, Milton Nascimento porque são pessoas que admira e se identifica com os estilos musicais feitos pelos mesmos.

Milhares de mulheres baixistas estão aparecendo pouco a pouco no meio da música, Acabando o mito de que "mulher não server pra isso ou para aquilo". Hoje com a liberdade de expressão e igualdade entre os sexos cada vez mais teremos garotas disputando seu lugar no palco e emplacando sucessos na mídia phonográfica. 


sexta-feira, 12 de março de 2010

Luizão Maia


Luiz de Oliveira da Costa Maia, conhecido como Luizão Maia (Rio de Janeiro, 3 de abril de 1949 - Japão, 28 de janeiro de 2005), foi um contrabaixista e compositor brasileiro. É pai do baixista Zé Luís Maia e tio do também baixista Arthur Maia.
Sua carreira iniciou-se em 1964, como contrabaixista do Rio Samba Trio. Nessa época, acompanhava artistas como Tânia Maria e Nelson Cavaquinho e atuava como músico de estúdio, apesar de sua pouca idade.
Assumiu o baixo elétrico como principal instrumento em 1966, quando integrou o grupo Fórmula 7. Em 1968, fez parte do conjunto A Brazuca, com o qual se apresentou em shows e festivais de música.
Bastante requisitado como músico de estúdio, foi convidado para acompanhar Elis Regina, com a qual tocou durante 13 anos. Nesse período, participou também de inúmeras gravações de artistas brasileiros, bem como de músicos internacionais do jazz fusion, como Lee Ritenour, George Benson e Toots Thielemans.
Destacou-se, no Brasil e no exterior, como ícone do samba no baixo elétrico, caracterizando-se pela criação de linhas de baixo próximas da percussão.
A partir de 1974, iniciou uma turnê pelo mundo acompanhando Elis Regina e vários outros artistas brasileiros. Apresentou-se, com a cantora, no Teatro Olympia de Paris (França), em programas de TV na Alemanha (ao lado do compositor francês Michel Legrand) e no Montreux Jazz Festival (Suíça), seguindo para o Japão, onde tocou com Herbie Hancock, Wayne Shorter e Sadao Watanabe.
Integrou o grupo instrumental A Tampa, juntamente como Victor Biglione (guitarra), André Tandetta (bateria), Zé Luis de Oliveira (saxofone) e João Rebouças (teclados), apresentando-se em casas noturnas entre 1982 e 1983. Após a morte de Elis Regina, Luizão acompanhou o violonista e cantor Toquinho em turnê pela Itália.
Em 1986 e 1987, excursionou com o sanfoneiro Sivuca pela Escandinávia. Nesta época, iniciou sua carreira de compositor, com a canção "Xorinho com X", gravada pelos artistas suecos do grupo Guitars Unlimited.
Em 1989, fundou a banda Banzai, integrada por Paulo Braga e outros músicos, realizando apresentações em diversas casas noturnas cariocas. Participou do Free Jazz Festival com a banda, que foi considerada o melhor grupo de música instrumental pela crítica especializada. Sua música Besteira foi gravada em 1990 pela cantora Lisa Ono, a qual ele acompanhou em turnê pelo Japão.
No ano seguinte, foi responsável pela produção musical e pelos arranjos, em bossa nova e samba, do CD da cantora Yuming, grande sucesso de vendas no Japão.
Em 1993, retornou ao Japão, acompanhando a cantora Gal Costa e o músico Sadao Watanabe. Em seguida, foi acometido de um problema de saúde que comprometeu o movimento do lado direito de seu corpo. Vários artistas como Djavan, Gilberto Gil, Gal Costa, Chico Buarque, Marcos Valle, Jair Rodrigues e Paulinho da Viola, entre outros, ralizaram shows beneficentes para arrecadar fundos para o tratamento do instrumentista.



Em 1998, participou do show "Tributo a Elis Regina", ao lado de Hélio Delmiro e Nana Caymmi, no Town Hall de New York, tocando o baixo apenas com sua mão esquerda e atraindo elogios da crítica especializada. Ao longo de sua carreira acompanhou, em shows e gravações, vários artistas, como Tom Jobim, Elizeth Cardoso, Cartola, Elis Regina, Clara Nunes, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Nara Leão, Nélson Cavaquinho, Roberto Ribeiro, João Nogueira, Beth Carvalho, Alcione, Maria Creuza, Emílio Santiago, Simone, Gal Costa, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Quarteto em Cy, Luiz Bonfá, João Bosco, Djavan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Marcos Valle, Chico Buarque, Toquinho, Oscar Castro Neves, Rosa Passos, Lee Ritenour, Toots Thielemans, George Benson, Wayne Shorter, Lisa Ono e Janis Joplin, entre outros, em um total de mais de mil gravações realizadas.
Faleceu no dia 28 de Janeiro de 2005, no Japão. Nesse mesmo ano, seu sobrinho, o também baixista Arthur Maia, fez show em sua homenagem no Mistura Fina (RJ), com a participação da cantora Leny Andrade.
http://www.dicionariompb.com.br/detalhe.asp?nome=Luiz%E3o+Maia&tabela=T_FORM_A&qdetalhe=art

quarta-feira, 3 de março de 2010

Alain Caron e Jeff Berlin, mais o baterista Danny Gottlieb,

Dê só uma olhada na jam session casual - e bota "casual" nisso! - entre dois monstros do contrabaixo, Alain Caron e Jeff Berlin, mais o baterista Danny Gottlieb,

solo de baixo